segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Lançamento de "A idade da maçã", no Bendito de Juiz de Fora
A urgência em buscar na palavra escrita o oxigênio da sobrevida – atavismo ou sina –, associada ao afastamento das redações, fez nascer este Pretextos-elr há quase meia década. E, do blog, A idade da maçã – livro que reúne sessenta dos mais de 300 textos produzidos, na expectativa de transmitir o que tantas vezes é intransmissível.
Leia na íntegra em:
http://www.pretextoselr.blogspot.com.br/2013/12/a-idade-da-maca-o-livro.html
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Não perca o lançamento de A Idade da maçã
A Editora Todas as Musas convida para o lançamento de
A Idade da Maçã
Do escritor e jornalista Eduardo Lara Resende
12 de dezembro de 2013, às 20 h
Bendito – Café & Restaurante
Rua São Mateus, nº 38 – Juiz de Fora
Lançamento de Entre o ínfimo e o grandioso, entre o passado e o presente :
Entre o ínfimo e o grandioso, entre o passado e o presente : o jogo dialético da poética de Manoel de Barros
de
Carlos Eduardo Brefore Pinheiro
(doutor em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP, professor do Centro Universitário Toledo e colunista do Jornal Folha da Região, de Araçatuba)
Na visão de Manoel de Barros, as relações
que se estabelecem a partir da figura do sujeito – entre o céu e a terra, entre
o grandioso e o ínfimo, entre o passado e o presente, entre os diferentes
reinos da natureza – são a expressão poética das manifestações do devir da vida
humana.
ou
ou pelo e-mail: todasasmusas@gmail.com
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Revolução Francesa: Cinema e Historiografia, de Alfredo Oscar Salun
O presente artigo pretende introduzir o leitor a uma discussão sobre os debates historiográficos em relação à Revolução Francesa, pontualmente entre marxistas e revisionistas, além de indicar como esse período revolucionário foi retratado pelo cinema.
Alfredo Oscar Salun é Doutor em História Social pela USP, professor de História Contemporânea e História da Educação na Universidade do Grande ABC, pesquisador do NEHO (USP) e GERP (UniABC).
Leia na íntegra em:
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
O homem que escreveu a Bíblia: escrita e literatura em Moacyr Scliar, de Maria Perla Araújo Morais
À primeira vista, o romance de Moacyr Scliar A mulher que escreveu a Bíblia sugere uma visão desconstrutora da Bíblia, lida sob uma perspectiva feminina. Acreditamos que, embora essa temática seja explorada no texto, ela é mediada por um exercício narrativo tão bem elaborado que ele se torna matéria principal do romance. Esse aspecto apontaria para a forma como Moacyr Scliar entende a narrativa exemplar: como um exercício de contínua apropriação, o que problematiza a questão da autoria.
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