quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Homenagem a Millôr Fernandes


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Para além dos X-Men: "Não há o que curar. Não há nada de errado com você ou com nenhum de nós"



A mensagem do filme, numa metáfora para todos os segmentos que sofrem com o preconceito, é bastante clara, sistematizada numa fala de Tempestade: “Eles não podem nos curar. E sabe por quê? Não há o que curar. Não há nada de errado com você ou com nenhum de nós”.



Para além dos X-Men: embates e representações do universo mutante
Michel Silva
(Doutor em História pela UFSC) (org.)



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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Para além dos X-Men: "Vivemos numa era das trevas"

São fundamentais as palavras de Tempestade no enterro de Xavier: “Vivemos numa era das trevas. Um mundo cheio de medo, ódio e intolerância. Mas, em cada era, existem aqueles que lutam contra isso”.


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terça-feira, 14 de agosto de 2018

Leia sobre: Para Além dos X-Men

O universo mutante da Marvel, por meio de seus filmes e séries, mostrou em todos esses anos o debate sobre tolerância, descrevendo como a opressão que toma como discurso a diferença pode levar a tensões sociais que dificilmente chegarão a um fim. 


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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Lançamento: Para além dos X-men


O livro reúne um conjunto de ensaios acadêmicos acerca de alguns dos filmes e séries de televisão baseados em personagens da Marvel, em especial aqueles ligados ao universo dos X-Men. O livro pretende apresentar discussões dos filmes e dos programas de televisão enquanto representações sociais, sujeitas a embates e interpretações diversas. Nesses textos são discutidos temas como mitos, educação, gênero, entre outras questões fundamentais para a compreensão da condição humana.



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sábado, 11 de agosto de 2018

Leia na nova edição o artigo: A desconstrução do romance na pós-modernidade


A desconstrução do romance na pós-modernidade
de
Álvaro Cardoso Gomes (USP)

e
Eliane de Alcântara Teixeira (UNISA)

Resumo: No presente artigo, pretendemos demonstrar que o romance sofre um processo de desconstrução na pós-modernidade, por meio da revitalização de velhas fórmulas ficcionais, entre elas, o uso massivo da paródia, da polifonia e da carnavalização, segundo o conceito de Bakhtin. Para levar a cabo nossa análise, servimo-nos de três romancistas contemporâneos – José Saramago, Lobo Antunes e Álvaro Cardoso Gomes, cujas obras revolucionam este gênero em prosa.






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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Aguarde, em setembro...


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Leia nessa edição o artigo sobre contos de Mia Couto


Leia nessa edição o artigo

Sobre outros narradores: as histórias e as memórias em Estórias Abensonhadas, de Mia Couto
de
Xênia Amaral Matos
Ívens Matozo Silva

Resumo: O presente artigo analisa os contos “Nas águas do tempo”, “Jorojão vai embalando lembranças” e “O abraço da serpente” do livro Estórias Abensonhadas (1994), de Mia Couto, a fim de discutir como a questão da memória e do narrador colaboram para uma possível retomada da identidade local de Moçambique. Para tal, foram utilizadas as considerações de Walter Benjamin (2002), Aristóteles (1941) e de Marcio Seligmann-Silva (2012).

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quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Leia: Frankenstein e as contradições da modernidade

Leia o artigo de  Michel Goulart da Silva

Frankenstein e as contradições da modernidade

Resumo: Neste ensaio discute-se o romance “Frankenstein”, escrito por Mary Shelley, a partir das representações das contradições sociais que são expressas em suas páginas. Procura-se mostrar de que forma a obra, vinculada à escola romântica, se insere numa perspectiva crítica acerca da modernização pela qual passava a Europa no começo do século XX. Ademais, situa-se o romance de Mary Shelley em diálogo com outras produções literárias, anteriores e contemporâneas.


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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Leia o artigo do professor Jean Pierre Chauvin (USP)

Revisão de Bento Teixeira
de
Jean Pierre Chauvin 
(ECA-USP)

Resumo: O artigo propõe-se a rever os estudos em torno do poeta luso-brasileiro Bento Teixeira (1561- 1600), cuja obra maior, Prosopopeia, continua sendo mais referenciada do que efetivamente lida; mais
depreciada que compreendida. A partir da década de 1980, houve grande reviravolta nas pesquisas a seu respeito, o que sugere reposicionar autor e obra no estreito cânon sedimentado pela crítica nacional.




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O MISTÉRIO DE D. AMÉLIA no Colégio Cristão Ebenezer


Agradecemos a querida Prof. Macilene Vieira Silva pela gentileza de compartilhar conosco as fotos de seu trabalho e de seus alunos com o livro de Laura Figueiredo


O MISTÉRIO DE D. AMÉLIA E OUTROS CONTOS






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terça-feira, 7 de agosto de 2018

Leia o artigo da Professora Norma Seltzer Goldstein (USP)



Professor Antonio Candido: presença constante em meu percurso acadêmico
Resumo: Este texto apresenta o percurso acadêmico da autora, a partir da graduação em Letras na Universidade de São Paulo. Foi aluna e orientanda de mestrado e doutorado do Professor Antonio Candido, figura que a inspirou ao longo de sua trajetória na docência e na pesquisa.


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Convidamos todas as professoras a participar!





Veja o tema:

O poema deve estabelecer uma conexão com a temática “O FEMININO NA POESIA”. 

O regulamento na íntegra está no site e no blog da Editora!

Dúvidas? Escreva para o nosso email.


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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Curso FFLCH - USP: Harry Potter: caminhos interpretativos

Programa: 

O curso contará com cinco encontros, cujas descrições se encontram abaixo: 

Aula 1  “Os personagens-chave de Harry Potter” 
Apesar de J.K. Rowling ter escrito uma série cujo título traz o nome de um único personagem, a narrativa como um todo não é apenas sobre este único personagem. Dessa forma, discutiremos como Harry Potter, Rony Weasley, Hermione Granger e  Alvo Dumbledore foram construídos e como eles são importantes para entendermos a  formação do personagem principal. 
Professora: Beatriz Masson 

Bibliografia específica 
CANDIDO, Antonio (et. al.). A Personagem de Ficção. São Paulo: Perspectiva, 2014. 
(reimpressão da 13a edição). 
ECCLESHARE, Julia. A guide to Harry Potter novels. Londres: Bloomsbury, 2002. 
ECO, Umberto. Apocalípticos e Integrados. Tradução de Pérola de Oliveira. São Paulo: 
Perspectiva, 2015. (reimpressão da 7a edição). 
ROWLING, J.K. Harry Potter e a pedra filosofal. Tradução de Lia Wyler. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. 
_____________. Harry Potter e a ordem da fênix. Tradução de Lia Wyler. Rio de Janeiro: Rocco, 2003. 
_____________. Harry Potter e o enigma do príncipe. Tradução de Lia Wyler. Rio de Janeiro: Rocco, 2005. 
_____________ . Harry Potter e as relíquias da morte. Tradução de Lia Wyler. Rio de Janeiro: Rocco, 2007. 

Aula 2 “Harry Potter: herói romanesco” 
A partir dos pressupostos de Northrop Frye e Joseph Campbell, proporemos um debate sobre como Harry Potter, o personagem, dialoga com a tradição literária do herói  romanesco. 
Professora: Beatriz Masson 

Bibliografia específica 
CAMPBELL, Joseph. O herói de mil faces. Trad. Adail Ubirajara Sobral. 13. ed. São Paulo, SP: Cultrix, Pensamento, 2010. 
FRYE, Northrop. The secular scripture: a study of the structure of romance. 
Massachussetts: Harvard University Press, 1976. 
ROWLING, J.K. Harry Potter e a pedra filosofal. Tradução de Lia Wyler. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. 
____________. Harry Potter e a câmara secreta. Tradução de Lia Wyler. Rio de 
Janeiro: Rocco, 2000. 
____________, Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban. Tradução de Lia Wyler. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. 
____________. Harry Potter e o cálice de fogo. Tradução de Lia Wyler. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. 
____________. Harry Potter e as relíquias da morte. Tradução de Lia Wyler. Rio de Janeiro: Rocco, 2007. 
WOLOSKY, Shira. The Riddles of Harry Potter. New York: Palgrave Macmillan, 2010. 

Aula 3 “Harry Potter: indivíduo em formação” 
Tendo em vista a longa tradição narrativa do romance de formação, que já foi debatida por Lukács e Bakhtin, discutiremos como Harry Potter, a série, retoma e revê o tema do indivíduo em formação. 
Professora: Beatriz Masson 

Bibliografia específica 
BAKHTIN, Mikhail. Questões e de literatura e estética. Tradução de Aurora F. 
Bernardini. São Paulo: Editora Hucitec, 2000. 
LUKÁCS, Georg. A teoria do romance: um ensaio histórico-filosófico sobre as formas da grande épica. Tradução de José Marcos Mariani de Macedo. São Paulo: Editora 34, 1967. 
ROWLING, J.K. Harry Potter e a pedra filosofal. Tradução de Lia Wyler. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. 
____________. Harry Potter e a câmara secreta. Tradução de Lia Wyler. Rio de 
Janeiro: Rocco, 2000. 
____________, Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban. Tradução de Lia Wyler. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. 
____________. Harry Potter e a ordem da fênix. Tradução de Lia Wyler. Rio de 
Janeiro: Rocco, 2003. 
____________. Harry Potter e as relíquias da morte. Tradução de Lia Wyler. Rio de Janeiro: Rocco, 2007. 

Aula 4 “As construções dos masculinos e dos femininos em Harry Potter” 

À luz dos recentes debates inseridos no campo dos Estudos de Gênero, serão analisadas nessa aula as construções das personagens masculinas e femininas, a forma como se dão suas relações e as expressividades de suas sexualidades. Serão tecidos comentários 
especialmente acerca das personagens Harry Potter, Hermione Granger, Rony Weasley, Gina Weasley, Lilá Brown, Gilderoy Lockhart e Alvo Dumbledore. 
Professor: Victor Menezes 

Bibliografia específica 
BELL, Christopher E. (Org.) Hermione Granger saves the world: essays on the feminist heroine of Hogwarts. McFarland, 2012. 
BELL, Christopher E. (Org.) Wizards vs Muggles: essays on identity and the Harry Potter Universe. McFarland, 2016. 
CAMACCI, Lauren R. “The Prisoner of Gender: Masculinity in the Potter Books”. In. BELL, Christopher E. (Org.) Wizards vs Muggles: essays on identity and the Harry Potter Universe. McFarland, 2016, p. 38-61 

Aula 5 “Harry Potter, a crítica literária e a voz do leitor.” 
Por meio da discussão da recepção tanto da crítica especializada quanto dos leitores reais da série, traçaremos paralelos sobre os significados e valores produzidos e difundidos pela obra em ambas as esferas. Para uma análise mais pontual, também discutiremos sobre o espaço acadêmico e as suas relações com obras artísticas populares e o processo cultural contemporâneo, utilizando Harry Potter como um objeto de estudo. 
Professores: Beatriz Masson Francisco e Luiz Felipe Baute 

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